APRESENTAÇÃO

O pecuarista William Koury iniciou a seleção da raça nelore em 1964 ao adquirir 74 bezerras e dois bezerros Puros de Origem (PO) e logo depois, em 1965, o touro Dumu, que foi Grande Campeão Nacional em 1970 e é pai de Gim de Garça e avô de Ludy de Garça, uma das linhagens mais destacadas do nelore brasileiro. Dos acasalamentos com Dumu, nasceram vários campeões e campeãs de pista, fato que projetou o Nelore Jandaia no cenário nacional.

Com a decisão de ampliar o rebanho e a produção de touros melhoradores a pasto, o criatório deixou de participar de exposições. Adotou um sistema de seleção focado em precocidade e na conformação de carcaça, mas sem artificialismos e preservando as características raciais.

Em 1994, todo rebanho que estava distribuído por propriedades em São Paulo e no Mato Grosso do Sul foi transferido para a Fazenda Kuluene (nome de um rio da região), no Vale do Araguaia, no Estado do Mato Grosso. Lá, os animais passaram a ser selecionados dentro de um modelo moderno de produção sustentável, totalmente a pasto, e integrado às belas reservas naturais do local. Tudo isso aliado às pesquisas com a participação de animais da propriedade que são conduzidas por renomadas universidades.

O Nelore Jandaia conquistou os Selos Global G1 (Qualidade da Informação), G2 (Melhoramento Genético) e G3 (Sustentabilidade Genética) por ter se destacado nas avaliações genéticas da ANCP (Associação Nacional dos Criadores e Pesquisadores). Também detém o Selo de Qualidade Boi com Bula, em parte dos touros, que garante a superioridade dos animais ofertados no tradicional Leilão Nelore Jandaia, realizado todos os anos, em Barra do Garças-MT.

Como já faz parte do seu DNA inovador, o Nelore Jandaia continua investindo em novas ferramentas de seleção para dar continuidade a essa história de mais de meio século de sucesso.